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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Governo aprova mais de 200 milhões de dólares para crédito agrícola

Luanda – O ministro de Estado e da Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, anunciou neste fim-de-semana, em Cabinda, que o Governo angolano aprovou um montante de 250 milhões de dólares norte-americanos destinados ao crédito agrícola, cujos beneficiários serão os pequenos e médios camponeses.
O responsável fez esta declaração quando respondia algumas inquietações colocadas por militantes do MPLA, à margem da cerimónia de lançamento da agenda política nacional deste, sobre as barreiras que os empresários nacionais dizem encontrar para obter crédito bancário.
A propósito, Manuel Júnior lembrou que a aprovação dos 250 milhões de dólares norte-americanos, que brevemente serão disponibilizados aos contemplados (sem grandes restrições em termos de garantias), faz parte do programa do Governo aprovado pelos eleitores nas eleições legislativas de Setembro de 2008, visando o fortalecimento do empresariado nacional.
“O MPLA pugna por uma sociedade de economia de marcado social, na qual o empresariado nacional deve ter o controlo dos principais mecanismos que garantem a vida produtiva do país”, defendeu o também secretário do Bureau Político do partido para a esfera Económica e Social.
Depois de assinalar que a economia de marcado ainda não está completamente institucionalizado em Angola, por ser um processo, Manuel Júnior declarou que o MPLA vai adoptar uma posição temporariamente proteccionista em relação aos empresários nacionais,

até que estejam capacitados e em condições de dirigirem os seus negócios.
Neste sentido, salientou que a formação dos empresários faz igualmente parte da estratégia gizada pelo executivo angolano, a par dos programas de reabilitação e construção de infra-estruturas, como estradas, canais de irrigação, sistemas de fornecimento de energia

eléctrica e água, entre outras, para que o investimento nacional seja mais rentável.

Para a materialização desse desiderato, Manuel Júnior insistiu na necessidade da capacitação das instituições do Estado, ao mesmo tempo que apontou o rigor, a excelência, a boa governação e a transparência como alguns princípios que deverão nortear a postura dos servidores públicos no presente ano.

 
 
Fonte: Angop

1 comentário:

  1. Quanta essa questão econômica, você verás, que o controle dos meios de produção e as relações entre patrão e empregados, continua necessitando em qualquer parte do mundo, uma mudança. E isto não sai de minha cabeça, tem de haver a socialização. E o respeito. Só asim a classe trabalhadora pode usufruir de bons frutos, do contrário.Entra dinheiro dos governos, tem parceria com empresários, e a classe trabalhadora vive de migalhas.

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