Eu já estou a ganhar dinheiro, e tu?

Ganhe dinheiro na internet como eu

domingo, 1 de novembro de 2009

Aprender até morrer

Não consegui medalhar mas consegui brilhar
Aprendi que estámos num mundo de interdepêndencias
Onde precisamos de amigos como precisamos de comida para sobreviver
Percebi que não devemos sobreviver e sim, Viver
Quiz estar de bem com todos, e é como estou agora
Vi os verdadeiros amigos na palma da mão e conheci um Mauciciano que o guardo no coração
Quase chorei pelo que me foi dado por ele
Aprendi que não seremos reis por toda vida, então devemos respeitar tudo e todos
Aprendi que o mundo da muitas voltas, hoje sou eu amanhã es tu
Aprendi com os erros, pedi Desculpa a quem deveria e a promessa de dias melhores
Aprendi que nada sabia quando nasci e nem o suficiente na morte saberei
Agora estou no meu país de origem e com novos objectivos
Quero ser melhor do que já sou
E mais uma coisa: Seja lá o que fores, nunca me substimes.
Sabes porquê?
Porque por um triz fiquei e depois mostrei que nas finais cheguei.

Moral da realidade vivida: Cada dia aprendemos e vivemos um mundo novo.


O texto acima escrito é da autoria exclusiva de:
Carlos Alberto 01/10/09 15:22

2 comentários:

  1. Prezado Amigo, O mundo tem uma leitura que é a da eterna competição. Temos que sonhar num mundo em que compartilhar, solidarizar, deve ser o principal verbo do existir.Mesmo distante fico torcendo sempre por você. Como você afirmou a familia é tudo. Abrace sua mãe enquanto ela pode estar ao seu alcance. felicidade amigo.

    ResponderEliminar
  2. Caro Amigo

    Agradeço-o por seus comentários, devo responder, que perguntas-me se sou descendente de angolano. Mas sei que sou negro, filho de ex-escravos, e que tive o meu tataravô, assassinado, pois ele teve um caso com a filha de um Capitaão, chamado Manoel Joaquim Pereira, que era o dono da fazenda, e que por isto mandou assassiná-lo, com isto nasceu a minha bisavó que casou com outro moreno de nome Sr. Lazaro e teve 14 filhos destes dois são meus avôs, uma avó, por parte de mãe e um avô por parte de pai.
    Sempre lutei pra ter uma identidade cultural e nacional, sempre sofremos por aqui pois, o preconceito era sempre constante.
    Desde jovem passei a fazer parte de um grupo de garotos, que estudava a cultura dos afros descendentes, e comecei a gostar de todos os países africanos. Visitei quase todas as embaixadas, e ainda na minha juventude conheci um colega de trabalho que chamava-se Mario Peixoto, que tinha vindo de Luanda.
    Esta é a minha identidade com a cultura negra a minha raiz. graças a Deus.
    Escrevo sobre socialismo, também pois sou do partido comunista.
    Sem mais forte abraço.

    ResponderEliminar

Gostou? Então comente.