Não consegui medalhar mas consegui brilhar
Aprendi que estámos num mundo de interdepêndencias
Onde precisamos de amigos como precisamos de comida para sobreviver
Percebi que não devemos sobreviver e sim, Viver
Quiz estar de bem com todos, e é como estou agora
Vi os verdadeiros amigos na palma da mão e conheci um Mauciciano que o guardo no coração
Quase chorei pelo que me foi dado por ele
Aprendi que não seremos reis por toda vida, então devemos respeitar tudo e todos
Aprendi que o mundo da muitas voltas, hoje sou eu amanhã es tu
Aprendi com os erros, pedi Desculpa a quem deveria e a promessa de dias melhores
Aprendi que nada sabia quando nasci e nem o suficiente na morte saberei
Agora estou no meu país de origem e com novos objectivos
Quero ser melhor do que já sou
E mais uma coisa: Seja lá o que fores, nunca me substimes.
Sabes porquê?
Porque por um triz fiquei e depois mostrei que nas finais cheguei.
Moral da realidade vivida: Cada dia aprendemos e vivemos um mundo novo.
O texto acima escrito é da autoria exclusiva de:
Carlos Alberto 01/10/09 15:22
Prezado Amigo, O mundo tem uma leitura que é a da eterna competição. Temos que sonhar num mundo em que compartilhar, solidarizar, deve ser o principal verbo do existir.Mesmo distante fico torcendo sempre por você. Como você afirmou a familia é tudo. Abrace sua mãe enquanto ela pode estar ao seu alcance. felicidade amigo.
ResponderEliminarCaro Amigo
ResponderEliminarAgradeço-o por seus comentários, devo responder, que perguntas-me se sou descendente de angolano. Mas sei que sou negro, filho de ex-escravos, e que tive o meu tataravô, assassinado, pois ele teve um caso com a filha de um Capitaão, chamado Manoel Joaquim Pereira, que era o dono da fazenda, e que por isto mandou assassiná-lo, com isto nasceu a minha bisavó que casou com outro moreno de nome Sr. Lazaro e teve 14 filhos destes dois são meus avôs, uma avó, por parte de mãe e um avô por parte de pai.
Sempre lutei pra ter uma identidade cultural e nacional, sempre sofremos por aqui pois, o preconceito era sempre constante.
Desde jovem passei a fazer parte de um grupo de garotos, que estudava a cultura dos afros descendentes, e comecei a gostar de todos os países africanos. Visitei quase todas as embaixadas, e ainda na minha juventude conheci um colega de trabalho que chamava-se Mario Peixoto, que tinha vindo de Luanda.
Esta é a minha identidade com a cultura negra a minha raiz. graças a Deus.
Escrevo sobre socialismo, também pois sou do partido comunista.
Sem mais forte abraço.