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domingo, 25 de janeiro de 2009

"Hacker" autista não será extraditado para os EUA

Gary McKinnon, o "hacker" britânico que entrou nos computadores da NASA e do Pentágono — em busca de provas da existência de óvnis —, ganhou o recurso que apresentara ao Supremo Tribunal, para não ser extraditado para os Estados Unidos. Decisivo para o seu caso foram os testemunhos de especialistas em autismo, que certificaram que ele sofria de uma forma desta doença (síndrome de Asperger).O Supremo Tribunal entendeu que a doença mental de McKinnon, de 42 anos, não tinha sido devidamente levada em conta, noticiou o jornal "The Guardian". Karen Todner, advogada de McKinnon, explicou que ele poderia suicidar-se se fosse preso. “Nunca nenhum tribunal apreciou o impacto que a prisão poderia ter sob Gary, à luz da doença de que sofre”, afirmou.Testemunhos escritos de Simon Baron-Cohen, um especialista em autismo, e da Sociedade Nacional de Autismo britânica foram também apreciados pelos juízes do Supremo. A síndrome de Asperger faz parte do espectro das várias desordens classificadas como autismo. Estas pessoas têm dificuldade em gerir interacções sociais, e têm padrões de comportamento e de interesses estereotipados, como outros autistas. Mas mantêm capacidades linguísticas e cognitivas, que lhes permitem funcionar em sociedade, apesar da doença.


Fonte: Ùltima Hora

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